JATOS, BOIS E AGORA….PRÉDIOS COMERCIAIS

Por Josh Lee Johnson

O Departamento de Energia dos Estados Unidos calcula que os edifícios comerciais, que somam quase 6 milhões de unidades no território norte-americano, tornaram-se mais um dos vilões do chamado aquecimento global. No Brasil, acredita-se que haja 2 milhões de prédios comerciais, tão ineficientes quantos os americanos.

Velhos em sua maioria, construídos numa época em que nem se cogitava na destruição da Terra pela ação do ser humano, estes prédios – também em sua maioria – desperdiçam de 30 a 50% da energia despendida e paga, tanto em água como em eletricidade. Estados Unidos e Brasil, como vários países do mundo, estão formulando políticas para reduzir este desperdício.

Ao lado dos aviões a jato, que desde a década de 60 rasgam a camada de ozônio, ou dos bovinos, cujo sistema digestivo emite metano em quantidades aterrorizantes, os edifícios são responsáveis por 18% de toda a emissão de dióxido de carbono apenas nos Estados Unidos. Pior ainda, são responsáveis por 36% da energia consumida no país, algo em torno de US$ 190 bilhões anuais. No Brasil, este consumo chega a 50% da geração energética no país.

O que tornou-se crise também é uma oportunidade. Imagine se proprietários, gerentes, arquitetos, lojas de material de construção e bancos tivessem um lugar virtual para se encontrar, trocar informações e, principalmente, negócios?

É o que um empresa americana, a Building Energy, de Portland, no Oregon, que recebeu investimento da RJ Capital Partners, do Rio de Janeiro, está fazendo. Desde 2013, a BE, como é comumente chamada,  está reunindo estes atores para salvar o país deste desastre ecológico e, mais ainda, ganhar dinheiro intermediando esta relação.

Eles já têm grandes clientes, como a Prefeitura de São Francisco, na Califórnia, que passou a eles a responsabilidade pela organização da base de informações dos edifícios na cidade, de forma que os players interessados na reforma destes prédios possam se encontrar e ganhar dinheiro.

Atraídos pela novidade, empresas como a Allumia, que provê o serviço de iluminação sob demanda (lighting-as-a-service),  abriu uma linha de crédito de US$ 20 milhões para os projetos selecionados através da Building Energy.

Basicamente, as modificações necessárias aos edifícios para que eles se tornem ecologicamente eficientes não requer muito dinheiro, mas sim conhecimento de fornecedores de painéis solares, luzes LED ou encanamentos modernos para evitar estes desperdícios de energia.

O mercado é, a princípio, ilimitado. O conceito de prédios comerciais vai desde edifícios que abrigam uma padaria até hospitais, campi universitários, fazendas de servidores até arranha céus. Todo lugar que não mora gente e que tenha dois andares ou mais.

Para se ter uma ideia, só aqui nos Estados Unidos eles ocupam um espaço de 81 bilhões de pés quadrados. Colocados num mesmo nível, eles poderiam cobrir o Estado de Rhode Island duas ou três vezes. Eles são responsáveis por 36% de toda a energia elétrica consumida nos Estados Unidos – o que equivale a um país como o Canadá.

Reduzir a energia gasta pelos prédios comerciais, segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos, poderia provocar um tremendo impacto positivo no meio-ambiente, com reflexos na segurança energética e, principalmente, na poupança de dinheiro que poderia ser utilizado por empresas e indivíduos.

Mais ainda, criaria milhões de empregos para engenheiros, gerentes de construção, administradores de imóveis, arquitetos, proprietários, pedreiros, encanadores até instaladores de, por exemplo, painéis solares.

A estratégia da Building Energy é centrar na troca de informações e, obviamente, no emprego de medidas inovadoras, de baixo custo, que proporcionem redução máxima deste consumo.

O Governo norte-americano estabeleceu como meta reduzir em 20% o consumo de energia dos edifícios comerciais até 2020, e metas “verdes” ainda mais rigorosas até 2030. Um dos pilares desde esforço é o mercado on line criado por empresas como a Building Energy.

*  Criador de conteúdos para a The Information Company em Seattle, nos Estados Unidos

Burgeoning Investment Oppotunities in Minas Gerais

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We have the perfect opportunity for American companies that are interested in having access to or furthering their reach in the Brazilian and South American markets. Brazil is looking to attract American companies from the Aerospace, Life Sciences, and Information Technology sectors to invest in the State of Minas Gerais. There are numerous financial incentives for establishing a presence in Minas Gerais, including:

•    Attractive tax incentives, progressive with the company’s impact in the region.
•    Access to subsidized credit lines from the Minas Gerais State Development Bank.
•    FIEMG assistance in getting all regulatory and operational licenses in Brazil.

Minas Gerais is located in the Southwest region of Brazil, the richest and most economically developed area of the country. The capital Belo Horizonte is home to 5.1 million inhabitants, serving as the 3rd major Brazilian city for urban agglomeration. The state is in close proximity to São Paulo and Rio de Janeiro, the two largest cities and markets in Brazil. The cost of skilled labor in aerospace and biotechnology averages 60% of the cost of labor in São Paulo and Rio de Janeiro.  The universities and technical colleges are consistently ranked amongst the best in Brazil including the Federal University of Minas Gerais (UFMG), one of the top three most renowned colleges in Brazil. These universities and colleges produce a large talent pool of skilled laborers.

The local economy is rapidly developing and there has been a rising interest and establishment of aerospace companies in the region. The state hosts a research center for Embraer -the third largest aviation manufacturer in the world – and the headquarters of Helibras, the main helicopter producer in South America. Additionally, there are 42 aerospace companies located in Minas Gerais which heavily recruit from the 45 private and two public universities in the region.  Minas Gerais is home to the first Industrial Airport of Brazil which operates through a system of customized taxes, including the suspension of federal state and municipal taxes. As a result of these economic advantages, the surrounding area is set to become Brazil’s first aerotropolis (Airport City); a planned city with excellent transport and headquarters to a wide range of companies from varying sectors. It will be home to a community of producers of goods and services based on integration, global supply, and increased competitiveness.

In addition to the burgeoning aerospace industry presence, biotechnology and information technology companies have been moving to area in recent years. Google’s Latin American Research Center is located in Belo Horizonte and several pharmaceutical companies have moved their clinical trials to the state due to the lower costs and availability of skilled labor.

FIEMG (Federation of Industries of Minas Gerais), one of the largest business associations in Brazil has partnered with The Information Company, a Seattle and Belo Horizonte based company in order to find potential companies. A delegation from FIEMG will be traveling to the Pacific Northwest in the next few months to hold meetings with interested prospects and answer any questions regarding business in Minas Gerais.

If you are interested in finding out how your company could benefit from being based in Minas Gerais. Please contact:

Pedro Costa: pedro@theinformationcompany.net

Marcelo Chinellato: marcelo@theinformationcompany.net

 

Source:  http://www.seattletradealliance.com/blog/tda-blog/post/investment-opportunities-in-brazil